Muito socialista, anónimo e público, anda indignado com o facto de um jornalista se ter constituído assistente no processo Freeport. O próprio explicou, com toda a lisura, que o fez para ter acesso às peças processuais. Caso raro em que o que consta da investigação não chega aos jornais (e à opinião pública) por portas travessas - as famosas fontes ligadas ao processo, sempre politizadas. Como diria Pacheco Pereira, armado em provedor dos jornais, trata-se de um bom exemplo da prática jornalística.